Em Cartaz #25: Nasce uma estrela

, em sábado, 13 de outubro de 2018 , Nenhum coment�rio.
Hoje eu assisti ao filme da Lady Gaga com o Bradley Cooper: Nasce uma estrela.

Antes de mais nada, deixo o aviso de que a classificação do filme é 16+, e digo que o conteúdo é pesado mesmo.

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É a história do cantor Jackson Maine a partir do momento em que ele conhece Ally até um pouco depois de ela atingir o estrelato.
Ele é um cantor de música country que nasceu e cresceu no Arizona. A cidade em que ela vive não fica clara no filme, e ela trabalha no que parece ser um restaurante de hotel.
Jack tinha terminado um show e queria algum lugar para beber - mais do que ele já tinha bebido. Ele termina em um bar onde travestis performam e vê Ally cantar poderosamente La Vie en Rose. Jack fica encantado e a convida para acompanhá-lo até a cidade onde ele faria seu próximo show, mas ela recusa.
No fim do dia, ele manda o motorista procurá-la e acompanhá-la, Ally acaba por sair do trabalho com seu melhor amigo e os dois vão para o show de Jack, onde ele a faz cantar uma música no palco.
Daí em diante, ela segue com ele, cantando cada vez mais e mais, expondo as músicas que ela escrevia e não conseguia emplacar com ninguém da industria musical com quem ela tinha falado antes.
Então ela conhece Rez, assina um contrato com ele para ele ser seu agente, produz single e CD e estoura. Seu estilo muda do country para algo mais pop (meio Lady Gaga mesmo) e ela ganha fama por si própria.

Nesse meio tempo, a relação pessoal de Ally e Jack também evolui. Eles passam a morar juntos. Ele passa tempos sem beber e se drogar, depois tem recaídas, mas eles estão sempre próximos. Ally sempre o apoiando.
Na verdade, o foco do filme é a relação deles e não exatamente a carreira da Ally. E eu não vou falar mais ou darei muitos spoilers.

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Eu gostei bastante do filme, a trilha sonora é muito boa e a Gaga atuando é ótima e eu não preciso nem comentar de como é maravilhoso ver ela cantando, né. O Bradley Cooper é excelente, tem umas cenas que dependem basicamente da expressão facial dele e ele fala muito por ela.
Mas, como eu disse no início, o filme tem assuntos pesados e devia vir com aviso de conter gatilhos perigosos, pois ele tem. Então deixo o aviso.

Uma curiosidade: antes de assistir, vi comentários de que o filme faz chorar muito, porém, eu não chorei. Incrivelmente eu não chorei. Mas algumas das amigas que foram comigo saíram de cara lavada do cinema. Kkkk

Agora vou escrever algumas coisas e deixar em letra branca, pois são SPOILERS, então selecionem se quiserem ler e depois não me culpem se eu estragar a experiência para vocês.

> Acho que o motivo de eu não ter chorado foi porque eu gosto muito mais da Ally do que do Jack e, porque eu acho que ele agiu errado com ela em alguns momentos. Ele é um bêbado drogado, claramente depressivo, porém não se trata, e algumas vezes ele diz para ela que está esperando ela voltar a ser ela mesma, se referindo ao jeito como a carreira dela se mostrou mais pop. E eu acho que isso foi mais por ele não entender que ela tinha esse lado nela - por favor, ele conheceu ela performando em um bar de travestis e achou que ela ia se prender ao country porque as músicas dela são cheias de sentimento? Não, né. - do que por ela estar indo na direção errada, vamos dizer?
E, o outro motivo é que, desde que anunciaram o filme, eu nunca vi o trailer inteiro, mas sempre me passou essa ideia de dramão. E logo no início - aviso de gatilho aqui!!! - tem uma cena que mostra nós de enforcado num painel luminoso na rua que ele está passando, então eu fiquei esperando pelo assunto suicídio surgir.  - MAIOR SPOILER DE TODOS A SEGUIR - Então eu não fiquei muito surpresa com o que aconteceu no final. <

Fim do momento spoiler.

Mais uma curiosidade: é a quarta vez que esse filme é produzido, a segunda com uma cantora no papel de Ally. E o Bradley interpretou as músicas do Jack ele mesmo, por insistência da Gaga. Voz muito bonita, por sinal.
Nasce uma estrela já foi produzido em 1937, com Janet Gaynor como Ally; em 1954, com a Judy Garland; e em 1977, com Barbra Streisand e Kris Kristofferson como os protagonistas - essa é a versão mais próxima da atual.

Minha nota: 4/5.

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