Em Cartaz #18: Podem ser três - Vai que Cola, Peter Pan (2015) e Perdido em Marte

, em segunda-feira, 12 de outubro de 2015 ,
Nas últimas duas semanas, eu fui ao cinema três vezes e resolvi vir falar um pouquinho dos filmes que assisti para vocês.

O primeiro foi Vai Que Cola.


Comédia nacional, com 1h40min de duração, estreou em 1º de outubro.

A sinopse é do Adoro Cinema: Após ser vítima de um golpe que roubou todo seu dinheiro, Valdomiro (Paulo Gustavo) se muda para a pensão da Dona Jô (Catarina Abdalla) no Méier, bairro localizado no subúrbio do Rio de Janeiro, onde pretende escapar da polícia. Para sobreviver, ele passa a vender quentinhas pelas redondezas. A situação muda mais uma vez quando Andrade (Márcio Kieling), seu ex-sócio, consegue fazer com que Valdomiro recupere sua cobertura no Leblon. Mas há um problema: como a pensão foi interditada pela Defesa Civil, Dona Jô e os demais moradores se mudam para a casa de Valdomiro.

Basicamente, o Valdomiro se mete numa furada; se ferra; fica pobre, mas não aguenta a nova vida e só reclama; recebe uma segunda chance de ser rico de novo, porém tem falcatrua no meio, é claro; volta para a vida boa, só que leva todos os "suburbanos" com ele, porque bem lá no fundo ele é um cara legal; e aí eu não vou contar o resto.

Particularmente, não sou muito chegadas em comédias propriamente ditas, mas Vai Que Cola me divertiu e eu ri bastante, principalmente numa cena já no final, protagonizada por Ferdinando (Marcus Majella) e Brito (Oscar Magrini), que eu chorei de rir. E a trilha sonora estava divertida também.

Filme aprovado!

Depois eu vi Peter Pan.


Fantasia/aventura, com 1h51min de duração, estreou dia 08 agora.

Sinopse do Adoro Cinema: Peter (Levi Miller) é um garoto de 12 anos que vive em um orfanato em Londres, no período da Segunda Guerra Mundial. Um dia, ele e várias crianças são sequestradas por piratas em um navio voador, que logo é perseguido por caças do exército britânico. O navio escapa e logo ruma para a Terra do Nunca, um lugar mágico e distante onde o capitão Barba Negra (Hugh Jackman) escraviza crianças e adultos para que encontrem pixum, uma pedra preciosa que concentra pó de fada. Em pleno garimpo, Peter conhece James Hook (Garreth Hedlund), que tem planos para fugir do local.

Vou começar dizendo que eu gostei, mas esperava mais. Quando vi o trailler pela primeira vez, fiquei encantada e ainda tinha o plus do Hugh Jackman - meu querido Wolwerine - estar no casting. 

Não sei dizer direito o que não me agradou, mas acho que posso resumir como "faltou magia". Peter Pan é uma história infantil cativante e muito mágica, com a Sininho e toda aquela coisa de não crescer e crianças voando, mas no filme faltou alguma coisa para me encantar. E a colocação de algumas músicas conhecidas no meio do enredo - meio que deixando o filme com cara de musical em alguns momentos - foi estranha.

Parafraseando meu amigo Vinicius, que viu o filme comigo, é um filme bem Sessão da Tarde. E deixa bem claro que tem continuação.

Ah! E, pela primeira vez, eu senti falta de assistir em 3D, pois teve várias cenas que era perceptível o CGI (imagens geradas por computador) usado e acho que talvez em 3D não dê para perceber tanto.

Por último, ontem, eu assisti Perdido em Marte.


Ficção Científica, com 2h24min de duração, também estreou dia 01.

Sinopse do Adoro Cinema: O astronauta Mark Watney (Matt Damon) é enviado a uma missão em Marte. Após uma severa tempestade ele é dado como morto, abandonado pelos colegas e acorda sozinho no misterioso planeta com escassos suprimentos, sem saber como reencontrar os companheiros ou retornar à Terra.

Coles, que filmaço!
O Mark está lá, trabalhando em Marte, feliz e brincalhão com os amigos, quando uma tempestade se abate sobre eles e ele é atingido por escombros. A equipe tenta achar o Mark, mas não consegue e todos voltam para a nave e saem do planeta, achando que ele morreu. Só que o cara está vivo. Daí ele descobre que o pessoal foi embora, o que era o lógico e o protocolo, e ele percebe que vai morrer em pouco tempo porque os suprimentos vão acabar. Só que o Mark não quer morrer, óbvio, e começa a bolar todo um plano para tentar sobreviver por quatro anos em Marte, que é quando a próxima missão tripulada vem para o planeta.

Torci tanto para tudo dar certo que tinha horas que eu cruzava todos os dedos. Gente! Sério! Era o Mark desenvolvendo os planos de sobrevivência em Marte e o povo da Nasa planejando como ajudar ele, e um sem saber dos planos do outro, porque a comunicação estava cortada e tudo eu torcia para dar certo. Num nível que começava a dar certo, o pessoal no filme comemorava e eu falava baixinho "Não comemora! Ainda não deu direito, fica quieto! Tão comemorando cedo demais!" e aí teve umas coisas que deram m**** e eu fiquei "Porra! Eu falei para não comemorar, não falei?!"

E não é tudo tensão, porque o Mark faz algumas piadinhas da própria situação. Tem também as referências nerds, como o "Projeto Elrond" e alguém tem que explicar para outro alguém de onde vem o nome do projeto - O Senhor dos Anéis; e um ponto em que o Mark diz que vai ser como o Homem de Ferro. Para completar, a trilha sonora dos Anos 80, com letras que encaixam perfeitas no filme (e me lembraram da trilha maravilhosa de Guardiões da Galáxia) e me divertem, porque conheço várias, aí começava a cantar junto, ou dançar.

Então fiquei tensa, sorri e torci muito! E amei o filme! Esse é a minha principal indicação! Vão assistir! Muito, muito, muito bom!

(Coloquei links das páginas dos filmes no Adoro Cinema, pois lá tem traillers, cenas e curiosidades de cada um.)

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