Drops: Luciane Rangel na Bienal da Bahia
Galera, a autora da série Guardians, Luciane Rangel – parceira do Cole e administradora do book tour do Guardians vol.1 – vai estar na 10ª Bienal da Bahia no final deste mês de outubro.
Ela estará autografando e conversando com os leitores, junto a outros autores do Selo Brasileiro, nos dias 28, 29 e 30 de outubro (sexta, sábado e domingo), no estande da Editora Todas as Falas, localizado dentro do estande da Secretaria de Cultura da Bahia. Todos os 3 volumes de Guardians estarão à venda durante todos os dias de evento.
Site oficial do evento: http://www.bienaldolivrodabahia.com.br/
Todos os Coles avisados! Eu, infelizmente, não poderei prestigiar a Luciane, já que não dá para ir para a Bahia na época, mas quem for baiano ou estiver por lá, aproveite e conheça não só nossa parceira, como outros autores brasileiros.
P.S.: A greve dos correios acabou e o book tour começou. Agora é só esperar pela minha vez!
Camila Araújo
Book Tour de Pacto Secreto
Esse é o segundo book tour que o Cole participa, também na minha pessoa.
Do livro Pacto Secreto da escritora Eliane Quintella.
Sinopse (do Skoob):
Três regras haviam sido reveladas à Valentina. Mas, ela não sabia se existiriam outras regras que teriam sido ocultadas. Tinha certo em seu coração que precisava ter seu pedido atendido. Era o que havia de mais importante. Precisava decidir se assinaria ou não o pacto. É a pergunta que não se cala. Será que Valentina deveria assinar o pacto sem ter certeza do que estava em jogo? O que realmente assumiria se assinasse? E você, assinaria o pacto? Em troca, teria o que pedisse. Poderia ser qualquer coisa...
A administradora desse book tour é a blogueira Lorrainne Capeli, do blog Amo Livros e Filmes.
Eu serei a 5ª blogueira a receber o livro (coincidentemente, a mesma posição que fiquei no book tour de Guardians ^^) e terei até 20 dias para lê-lo e enviá-lo ao próximo na sequência.
Esse é o primeiro livro de uma trilogia e assim que saírem os outros dois, a autora liberará um volume de cada edição para book tours, nos quais já estou inscrita.
O blog da autora: http://pactosecreto.wordpress.com/
A página do livro no Skoob: http://www.skoob.com.br/livro/162096
Agora é só esperar o livro chegar nas minhas mãos. Enfim a greve dos correios acabou!
Camila Araújo
Resenha #10: O Baile dos Deuses - Trilogia do Círculo - Nora Roberts
Ano: 2011
Páginas: 336
Sinopse:
Enquanto o círculo de seis se prepara para o confronto final contra o exército sombrio da vampira Lilith o campo de batalha se altera.
Na Irlanda um círculo de pedras serve como portal para outr terra, para outra época…
Blair Murphy sempre trabalhou sozinha. Destinada a ser uma caçadora de vampiros em pleno século XX, ela vive para caçar. Mas, numa época muito anterior à sua, vê-se como a guerreira num círculo de seis, escolhida pela deusa Morrigan para derrotar a vampira Lilith e seus asseclas.
A partir daqui contém spoilers do volume 1, portanto é escolha sua continuar lendo.
Depois do casamento de Hoyt e Glenna todos continuam treinando na casa que Cian deu ao casal de presente pelo casamento, só que agora com a verdadeira sexta integrante do círculo: Blair, descendente de Nola, irmã caçula de Hoyt e Cian.
É Blair que assume o treinamento do grupo durante o dia, e ela e Larkin vão se entendendo. Percebem que são parecidos, muito guerreiros e obstinados. Além disso, ela fica impressionada a cada vez que ele mostra uma nova forma.
Então eles vão para Geall, a terra de Moira e Larkin, por ordem de Morrigan, para terminar a preparação para a guerra com a população local. Uma das maiores dúvidas nesse momento é como Cian irá, sendo vampiro e não podendo entrar no círculo de pedras.
Em Geall, o círculo se vê tendo que convencer pessoas simples, lavradores e pastores, a saírem de suas casas – próximas do local da luta – e aprenderem a lutar contra os vampiros.
Além de tudo, Moira tem que assumir sua posição de princesa e possível futura rainha de Geall.
Eu adorei! E estou, enfim, lendo o livro 3 (tentarei terminar ainda essa semana, para que a resenha dele saia na próxima semana).
A minha mãe está mais ou menos na metade do volume 2 e está gostando. Explicando a opinião dela sobre o primeiro: ela gostou do livro, só achou o comecinho um pouco arrastado.
Nota: 4,5/5.
Camila Araújo (@miloca_araujo)
Valdemir e seus Livros
Espero que vocês se divirtam assistindo tanto quanto eu me diverti filmando.
O vídeo mostra o Valdemir, um dos nossos colaboradores, mostrando seus livros e vocês vão ouvir outras quatro vozes que são a minha (Camila), da Débora, da Ana Letícia (que também já tem texto aqui) e da Thainá.
Acho que o som de funcionamento do ar-condicionado atrapalhou um pouco o áudio, desculpem por isso. E ficou um pouco escuro - só percebi depois de tudo filmado e não dava mais para filmar de novo.
Eu sei que ficou enorme, mas assistam por favor.
Um endereço de site com as comidas de Crônicas do Gelo e Fogo: innatthecrossroads.com
*Quase passei mal de tanto rir filmando, por isso a imagem está um pouco tremida.
*Pra quem não sabe, o "Pégasus" cantado vem de uma música de Cavaleiros do Zodíaco.
*Os "Oh!" ouvidos em alguns momentos foram falados pela Thainá, que não quiz aparecer.
Algumas fotos do making-of:
A Estante.
A Filmemaker. =)
Começou assim.
Harry Potter em inglês.
Acabou assim.
Muitas crises de riso depois, terminamos.
Em Cartaz #04: A Hora do Espanto (2011): uma maçã novinha e verde
O post de hoje demorou, mas está saindo.
Eu ia postar um vídeo, mas o Youtube me trollou, então fica para sábado.
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Adaptações são sempre complicadas. Parece ser inerente, quando decidem recriar, algumas palavrinhas pipocam juntas, como dinheiro (especialmente agora em caros ingressos para 3D), acompanhar alguma moda, tentar criar um novo cult talvez... Aqui não vou questionar o por que dessa rememoração, mas, contra as opiniões prévias, SIM eu GOSTEI de A Hora do Espanto (2011).
Lembro que quando li sobre o filme na primeira vez tentei imaginar algo menos inocente que a Disney poderia financiar, com um pouquinho mais de sangue e menos diamantes brilhando na pele do vizinho perigoso e sedutor... E pra que melhor do que um vilão à moda antiga? Charmoso, com caninos que crescem (não vigorosamente como em True Blood, mas isso é outra história...) e que são vilanescos apenas para (NÃO POSSO CONTAR)... Um vilão das antigas, inteligente, facilmente irritável, com toques de modernidade: Colin Farrell aparece mais na tela que a versão bestial, exalando sensualidade mais do que sexualidade, com cerveja e – minha parte favorita – com maçãs. Casal principal a gente ignora nesses filmes. Mas a gente preza maçãs não vermelhas, como em um texto grande de vampiros românticos que já lemos...
Não me decepcionei com o filme, porque abri a mente para a possibilidade. Procurei diversão e encontrei. Procurar referências em filmes assim é minha diversão particular. Como ver um dos melhores anti-heróis, Red Mist (oi? Outra história...), ou alho ou estaca... 3D com cenas escuras definitivamente NÃO ajuda, por vezes fica ruim de ver os rostinhos ensanguentados... E ver um filme em que os maiores efeitos especiais (além do 3D) ficam nos dentinhos até me orgulha, sabe? Agora vou ver o original e comparar... Prometeram uma Hora do Espanto mais violenta nesse original, quem sabe minha maçã não acaba mais rápido de ansiedade?
E você? Já enfiaram uma estaca no seu coração alguma vez?
Nota: 3,5/5
Val Jr.
Resenha #9: A Cruz de Morrigan – Trilogia do Círculo - Nora Roberts
Editora: Bertrand Brasil
Ano: 2011
Páginas: 359
Sinopse(do Skoob):
Vampiros, fantasia, deusas, viagem no tempo e espaço, bruxas, feiticeiros, guerreiros... É tudo isso que basicamente nos cerca nessa trilogia da Nora Roberts.
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Ano: 2011
Páginas: 359
Sinopse(do Skoob):
Nos últimos dias do verão irlandês do sec. XII, quando o céu se obscureceu e se encheu de relâmpagos, o feiticeiro contemplava o turbulento mar em cima do escarpado. Elevando seu grito de pena para a tormenta, Hoyt Mac Cionaoith clama contra o ser demoníaco que levou seu irmão gêmeo, separando-o de sua família. Esse cruel ser é Lilith. Durante milhares de anos, atraiu com seus enganos incontáveis homens condenando-os à imortalidade com seu beijo e lhes roubando a alma. Mas agora, esta poderosa vampiresa fará o que seja para governar o mundo. E nesse dia, embora Hoyt não encontre à escura sereia que procurava, receberá a ajuda da deusa Morrigan que lhe outorgará os poderes necessários para cumprir sua ansiada vingança. Em troca, deve encontrar outros cinco companheiros para formar um círculo suficientemente poderoso para destruir Lilith e seu batalhão do mal. Um círculo com seis membros: ele mesmo, a bruxa, o guerreiro, o sábio, aquele que adota várias formas, e aquele que perdeu. Agora, viajando a Nova Iorque de nossos dias, onde topará com seu gêmeo, agora vampiro, Cian, e Glenna, uma bela bruxa. Dois guerreiros mais, Moira e Larkin, se unirão em sua luta. E enquanto a paixão surge entre Hoyt e Glenna, os inimigos ressurgirão de entre as sombras e o Círculo de Seis, deverá preparar-se para o momento decisivo de sua confrontação com Lilith.
Vampiros, fantasia, deusas, viagem no tempo e espaço, bruxas, feiticeiros, guerreiros... É tudo isso que basicamente nos cerca nessa trilogia da Nora Roberts.
No primeiro volume, acompanhamos Hoyt ver seu irmão ser transformado em vampiro por uma mulher linda e traiçoeira, a rainha dos vampiros, Lilith. Então a deusa Morrigan o encarrega de uma missão que o faz sair da Irlanda do século XII para a Nova York do século XXI.
Em Nova York, ele reencontra o irmão, Cian, e conhece King e Glenna. Então os quatro viajam para a Irlanda e lá encontram Moira e Larkin que vieram de Geall, também enviados pela deusa.
Eles se unem para formar um exército que seja apto a enfrentar a força de vampiros de Lilith. Todos começam a treinar, guiados por King de dia e Cian de noite. Enquanto não treinam o combate físico, Hoyt e Glenna se reúnem para tentar criar feitiços que os protejam, Moira lê tudo que pode alcançar e Larkin sai com Vlad, o cavalo de Cian.
Muitas coisas acontecem e não posso mais falar para não soltar nenhum spoiler.
O livro mistura a linguagem mais rebuscada dos antigos com a contemporânea. E nós vemos um homem tendo que se acostumar a um mundo completamente novo.
Eu gostei bastante. Li muito rápido e passei direto para o segundo volume da trilogia. Só não li o terceiro ainda porque não tenho. Minha mãe já não gostou tanto, ela enrolou um pouco pra ler o livro todo.
Então, pra saber se vocês vão gostar ou não, só lendo.
Nota: 4,5/5.
Camila Araújo (@miloca_araujo)
Compartilhando um Conto - final
Oi, gente!
Aí vai a parte final do meu conto.
Continue lendo...
Aí vai a parte final do meu conto.
- Um gêmeo é alguém que é gerado com você, nasce e cresce com você. É um irmão ou irmã muito parecido ou até igual a você.
- E por que eu não tenho um gêmeo, Papai?
- Isso eu não sei lhe explicar, querida. – Vendo a filha quase às lágrimas, continuou. – Mas isso não é ruim, amorzinho. Só é diferente. Nosso planeta, Adrilin, tem muitos gêmeos, mas às vezes nascem crianças que não os tem e quando isso acontece os governantes fazem estudos com essas crianças para tentar descobrir o que as faz nascer sozinhas.
- Que estudos são esses, Papai? Eles lêem histórias escritas por crianças sem gêmeos que nem as que eu invento? – as lágrimas tinham ido embora e o olharzinho tinha se acendido sob a curiosidade.
- Não, Damla. As crianças vão para um lugar especial e lá são examinadas por cientistas.
- Eu posso ir lá? Quero ver como é.
- Não! – gritou a mãe. Damla olhou para ela muito assustada.
- Meu benzinho, - o pai chamou sua atenção. – para ir para lá você teria que ficar sozinha. Nós não poderíamos ir com você. Por isso, a protegemos tanto. E é por isso também que você não pode sair na rua. Se alguém vir você, vão dizer para os governantes que nós temos uma criança una e tirarão você do papai e da mamãe.
- Eu não quero ficar longe de vocês! Não, Papai! Não, Mamãe! – e abraçou-se com a senhora.
- Nunca, minha pequena! – disse a mãe. – Fique dentro de casa, não abra a porta nem a janela, Damla. É só o que pedimos.
A menina acenou afirmativamente com a cabeça, ainda abraçada firmemente à mãe. O amor pelos pais superou a curiosidade.
Três anos depois, o governo de Adrilin começou uma busca em todas as casas, pois alguém denunciara casais que escondiam seus filhos únicos dos cientistas. Os pais de Damla resolveram, então, largar seus trabalhos, a casa e sair do planeta.
Entraram em contato com um renegado que ajudava filhos únicos a escaparem dos campos de estudos dos cientistas e negociaram com ele passagens em uma nave para o planeta Tianrr, também do quadrante 3.
Enquanto esperavam para embarcar, Damla perguntou:
- Papai, você e a Mamãe também são filhos únicos como eu?
- Como? – o pai espantou-se. – Não, querida. Eu tenho um irmão gêmeo e sua mãe tem uma irmã, mas nós nos afastamos deles para que você não corresse nenhum risco.
- Então eu tenho tios? – o pai acenou positivamente. – E primos?
- Também. – foi a mãe que respondeu. – Minha irmã teve dois meninos e o irmão de seu pai teve três meninas.
- Eles me entregariam?
- Acho que não, – disse o pai. – mas nós acreditamos que fosse melhor, para manter todos seguros, que nem eles soubessem de você, e você não soubesse deles.
- Quem sabe, nós possamos entrar em contato com eles depois de nos estabelecermos em Tianrr. Tenho saudades da minha irmã, e seu pai também sente falta do irmão.
Soou a campainha de embarque.
Em Tianrr, um ano se passou antes de a família se sentir bem acomodada. Mas, apesar das dificuldades e do isolamento em Adrilin, Damla acreditava que os pais tinham feito o certo, pois agora tinha amigos e ia para a escola. Estava até em uma turma avançada, já que seu único divertimento no antigo planeta era a leitura.
A jovem destacava-se na turma de pesquisa e desenvolvimento de softwares. Aos quatorze anos, já desenvolvera um programa que foi adotado pela escola para reclassificação e sistematização da biblioteca.
Os pais de Damla estavam com trabalhos melhores e já tinham até comprado uma casa de três quartos para si. Estavam também tentando contatar as famílias em Adrilin para restabelecer a convivência, na esperança de que os filhos de todos pudessem, enfim, se conhecer.
A tia da garota cogitava, inclusive, se mudar para Tianrr também, sabendo das melhores condições de salários e de vida. Mas o contato com o tio ainda não tinha sido retomado. O pai de Damla acreditava que o irmão ainda estava muito ressentido com o afastamento em Adrilin.
O importante é que a família da garota estava começando, enfim, a ter uma vida normal, convivendo com as pessoas da cidade onde moravam e permitindo que a jovem tivesse amigos.
Espero que tenham gostado. =)
Camila Araújo (@miloca_araujo)
Compartilhando um Conto
Oi, gente!
Hoje vou postar a primeira parte do conto com o qual participei do Desafio de Contos do Multiverso, organizado pelos autores G. Brasman e G. Norris - que escreveram o livro Crônicas dos Senhores de Castelo: O Poder Verdadeiro - e pelos blogs do Multiverso.
Eu não ganhei o desafio, mas fiquei muito feliz por ter tido a chance de participar, e agora partilho o texto com quem não viu. (a segunda parte sai sábado)
Enfim, Liberdade
Damla nasceu no planeta de Adrilin sob o infortúnio do filho único. Seus pais, com receio de perder a convivência com a filha, esconderam o fato do nascimento da menina por uma década.
Mas a curiosidade infantil foi mais forte que a extrema proteção do casal e, em um dia de grande movimentação na cidade, atraída pelo burburinho que ouvia pela janela, a mirrada menina passou por trás de sua mãe – que preparava a mesa para a refeição do meio-dia – e abriu a porta que dava para a rua, deixada aberta pelo pai em um lapso de atenção.
Damla ficou encantada com as cores das roupas das pessoas, se espantou com a quantidade de passantes – nem em seus sonhos mais fantasiosos ela imaginara que existisse tanta gente como estava vendo. Então ela percebeu que muitas daquelas pessoas tinham rostos iguais ou muito parecidos; primeiramente pensou que estava vendo a mesma pessoa passar, mas observou que as roupas eram diferentes e sabia que ninguém era capaz de trocar as vestes em segundos.
A garota se perguntou por que aquelas pessoas pareciam tanto umas com as outras e ela não conhecia ninguém que parecesse com ela. Sabia que tinha os olhos do pai e o nariz e a boca da mãe, pois prestava bastante atenção neles, já que eram os únicos seres com quem convivia.
Nesse momento, seu pai voltou do mercado e, vendo a filha a um passo de sair de casa, correu, arrebatou a menina e bateu a porta com força:
- O que você estava fazendo lá fora, criança? Eu e sua mãe já lhe dissemos tantas vezes que é extremamente perigoso que os outros vejam você! Damla, por que você saiu?
- Me desculpe, Papai. – disse a pequena, chorosa. – Ouvi tantas conversas e fiquei curiosa. Não entendo qual é o perigo. As pessoas que vi pareciam tão felizes na rua... Por que não posso passear como elas? Por que vi dois de cada uma das pessoas lá fora e não tenho ninguém igual a mim?
A mãe, que tinha se assustado quando o marido irrompeu em casa, olhava desconcertada para ele. Sem saber como responder apenas balançava a cabeça. Então o homem olhou para a filha, sua garotinha inteligente, que devorava todos os livros que ele trazia para casa, e respondeu:
- Você não tem um gêmeo, princesinha.
- O que é um gêmeo, Papai?
Continua...
Camila Araújo (@miloca_araujo)
Resenha #8: Anna e o Beijo Francês - Stephanie Perkins
Editora: Novo Conceito
Ano: 2011
Páginas: 288
O pai de Anna Oliphant é o escritor mais badalado do momento nos Estados Unidos, apesar de Anna não entender como as pessoas gostam dos livros dele e dos filmes feitos com base nos livrospela descrição são no estilo do Nicholas Sparks, foi o que pareceu para mim. Ele resolve enviá-la para um internato para americanos na França, porque é para lá que os filhos de personalidades americanas vão.
Nota: 5/5.
Continue lendo...
Ano: 2011
Páginas: 288
Sinopse(do Skoob):
Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto - que tem namorada. Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?
O pai de Anna Oliphant é o escritor mais badalado do momento nos Estados Unidos, apesar de Anna não entender como as pessoas gostam dos livros dele e dos filmes feitos com base nos livros
Anna não gosta nada dessa história, mas termina indo. Sem saber um pingo de francês e numa escola com menos de 100 alunos, ela acredita que será complicado gostar do lugar. Mas logo em sua primeira noite conhece Meredith, sua vizinha de quarto e atleta, e St. Clair, com seu cabelo nem longo nem curto e desarrumado e um sotaque britânico irresistível. Conhece também Josh e Rashimi em seu primeiro café da manhã na nova escola.
As refeições são um caso engraçado, pois Anna não fala uma palavra de francês e fica apenas apontando para as coisas que quer comer e termina se alimentando mal por mais ou menos uma semana ou algo perto disso.
Anna e St. Clair se dão bem logo de cara e ele fala algumas coisas pra ela que soltam fagulhas.
“St. Clair sorri para si mesmo. – Eu gosto da sua mecha – diz finalmente. Ele estica a mão e a toca levemente. – Você tem um cabelo perfeito.
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Mas há um problema. St. Clair tem namorada e Anna está apaixonada por um cara do cinema onde trabalhava antes de se mudar será mesmo?.
No início, Anna fica sempre dentro do dormitório por medo de sair sozinha por um lugar que não conhece, então St. Clair a leva para dar um volta perto do campus e mostra a ela vários cinemas da área, o que a deixa super feliz. Depois Anna vai ganhando confiança e começa a sair sozinha.
Quando li eu ri: com o apelido do chef de cozinha – Guidão de Bicicleta, com o nome da professora de inglês – Cole (pois é! O apelido carinhoso do blog!).
O livro é muito gostoso de ler e rápido. Contado em primeira pessoa pela perspectiva da Anna, mostra todos os dilemas de uma garota apaixonada, os problemas e coisas boas na experiência de mudar de cidade e a relação com a família.
Anna e o Beijo Francês foca também na amizade. No que muda quando as pessoas se afastam, o que acontece nos reencontros e as novas amizades. Mostra o quanto podemos nos dar bem com algumas pessoas logo que as conhecemos e que as mudanças podem ser boas se dermos uma chance para elas.
Alguma dúvida do quanto indico esse livro? Me apaixonei por Paris! Me apaixonei por muita coisa que não vou falar ou vai ser spoiler. =)
Leiam!























