Páginas: 239
Ano: 2012
Sinopse (Skoob):
"Como você pode achar seu caminho? Seguindo as nuvens ou
a lua?" Emily Benedict foi para Mullaby após a morte de sua mãe. Ao chegar
à cidade e conhecer seu avô ela percebe que os mistérios do lugar nunca são
resolvidos: eles são uma forma de vida. Existem quartos cujo papel de parede
muda de acordo com o seu humor, luzes estranhas aparecem no quintal à noite e
Julia Winterson, a vizinha, consegue cozinhar a esperança em forma de bolos.
Emily percebe que sua mãe esteve envolvida no maior mistério da cidade, e conta
com a ajuda de Julia para desvendá-lo. Em Mullaby nada é o que parece."
Sarah Addison Allen é craque em escrever histórias com gosto
de comida, magia bem a vista e finais que deixam você querendo mais 100
páginas!
Emily tem 17 anos, cresceu em Boston e perdeu a mãe há
poucos meses. Agora ela está se mudando para Mullaby – uma cidade da qual nunca
ouvira falar – para morar com o avô – que ela não sabia que existia.
Em sua primeira noite na casa do avô ela se surpreende por
ele ser um gigante. E mais tarde, depois de se instalar no antigo quarto de sua
mãe e ser informada para prestar atenção no papel de parede, com luzes que
aparecem na mata.
Nos dias subsequentes Emily enfrenta problemas com alguns
moradores da cidade pelo que sua mãe foi quando adolescente, mas também
encontra uma amiga – Julia, confeiteira de mão cheia e que estudou com sua mãe,
Dulcie.
Julia está na cidade há um ano e meio cuidando da J’s
Barbecue, a churrascaria de seu pai, desde que ele morreu. Ela está em contagem
regressiva para voltar a Baltimore, onde construiu a sua vida depois de sair de
Mullaby aos dezesseis anos, e abrir sua própria confeitaria.
A mulher que quando jovem era solitária e tachada de rebelde
mora agora no apartamento no andar superior da casa de Stella, uma antiga
inimiga que se tornara, nesse pouco tempo de volta, sua melhor amiga. Além disso,
Julia faz de tudo para não cruzar – ou encontrar o mínimo possível – com Sawyer,
a paixão de sua adolescência e com quem ela tem um assunto mal resolvido.
Sawyer é um cavalheiro à moda antiga, o tipo de homem que
abre a porta para as mulheres e é gentil. Não bastassem essas características arrebatadoras,
ele ainda é lindo e rico.
Julia, Sawyer e Stella recebem bem Emily, assim como Win
Coffey – depois de um primeiro momento. Este é jovem, da idade de Emi, e a
aborda logo que a vê para confirmar quem ela é. Ele conta parte dos segredos
que cercam o passado de Dulcie e que envolvem sua família, explicando a
rejeição que Emily sofre ao chegar.
Acho que pelo resumo detalhado já deu para perceber o quanto
eu me envolvi com a história, não é?
Como disse no início, os dois livros que li de Sarah seguem
a mesma fórmula que envolve comida, magia e mistérios de cidades pequenas, mas A garota que perseguiu a lua é bem
diferente de Encantos do Jardim (vocês
podem conferir a resenha deste aqui).
Neste, quem está cercado de magia são os homens.
Eu ri, chorei, me emocionei, fiquei intrigada e não larguei
o livro enquanto não descobri tudo. Li em um dia: comecei na madrugada de ontem
e devorei 80 páginas em duas horas; na escolha entre ler até de manhã e dormir
um pouco, resolvi dormir; quando peguei de novo, só parei com o final. E pedi
por mais 100 páginas! Sério! A Sarah termina as histórias e deixa a gente
querendo mais, muito mais!
Infelizmente não tem mais, então o jeito foi marca-lo como
favorito e deixar a indicação para vocês lerem esse romance fofo e encantador.
Nota: 5/5.
Camila Araújo