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Recebi esse mês #62: Janeiro/17
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#325: Cidade de Vidro – Os Instrumentos Mortais #3 – Cassandra Clare
Postado por
Camila Araújo
, em
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
,
às
09:00
.
Nenhum coment�rio.
Editora: Galera Record
Páginas: 474
Ano: 2011
Sinopse (Skoob):
Clary está à procura de uma poção
para salvar a vida de sua mãe. Para isso, ela deve viajar até a Cidade de
Vidro, lar ancestral dos Caçadores de Sombras, criando um portal sozinha. Só
mais uma prova de que seus poderes estão mais sofisticados a cada dia. Para
Clary, o perigo que isso representa é tão ou menos assustador quanto o fato de
que Jace não a quer por perto. Mas nem o fora de Jace nem estar quebrando as
regras irão afastá-la de seu objetivo: encontrar Ragnor Fell, o feiticeiro que
pode ajudá-la a curar a mãe.
Pode conter spoilers
dos livros anteriores.
Há alguns meses, Clary Fray conheceu Jace Wayland, Alec e
Isabelle Ligthwood e descobriu que o mundo em que vivia era muito mais amplo do
que imaginava. Primeiro, seu real sobrenome é Fairchild e ela é uma Caçadora de
Sombras e não uma mera Mundana.
Segundo, existem vampiros, lobisomens, fadas e demônios. Os três
primeiros convivem em certa harmonia com os Caçadores e os Mundanos. Os últimos
são caçados para que os Mundanos continuem em segurança e ignorantes de todos
esses seres fantásticos que coexistem com eles.
Ela também descobriu que seu pai é Valentim Morgenstern, um
Caçador de Sombras que se voltou contra a Clave – o governo dos Caçadores – e se
tornou um manipulador e assassino.
Para proteger a si e a filha, Jocelyn Fairchild tomou uma
poção que a manteve em uma espécie de coma mágico e agora Clary precisa ir a
Idris, a Cidade de Vidro, procurar por Ragnor Fell, o único feiticeiro que sabe
como salvar Jocelyn.
Porém ir para lá não será fácil. Jace não a quer nem
pensando em ir para Alicante, só que Clary dá um jeito e termina chegando
cladestinamente à cidade. É aí que os problemas realmente começam.
Simon, melhor amigo de Clary que se tornou um vampiro que
aguenta andar à luz do sol, termina indo por acidente, só que membros do
Submundo não são aceitos em Idris e ele é preso pelo Inquisidor da Clave.
Um ataque de demônios e a subsequente ameaça de Valentim de
que outro ataque acontecerá se não houver rendição, põem tanto Caçadores quando
membros do Submundo em perigo e aparentemente não há salvação. Clary pode ser a
única que tem a resposta para esse problema e ela precisará mostrar que não é
apenas uma jovem sem experiência e que não está do lado do pai nessa batalha.
Faz tanto tempo que eu li os dois primeiros livros da série
que não lembrava o quanto eu gosto da escrita da Cassie Clare e da história em
si. É uma narrativa envolvente e que não parece interminável.
Quanto aos personagens, acho eles bem humanos, pois os bons
têm atitudes idiotas e/ridículas e os maus têm momentos em que mostram que – do
jeito deles – têm sentimentos. Por exemplo, a birra da Clary em querer por
querer ir para Idris parece coisa de menina mimada que foi contrariada, depois,
na luta, ela mostra que já aprendeu bastante coisa.
Tem uns momentos que – se eu não estivesse com uma mania
besta de ficar folheando o livro e lendo à frente de onde estou (pegando spoilers por conta própria) – teria chorado
ou me surpreendido mais. Portanto, não façam como eu! Resistam à vontade de
folhear e leiam direitinho. Rsrs
Agora, não posso falar porque, mas prevejo tretas pesadas
para os próximos livros da série. Porém não vou ler já. Talvez ainda leia esse
ano, mas não sei. Veremos...
A dica da série fica principalmente para quem gosta de
fantasia e aventura.
Nota: 5/5 – favorito.
Série Os Instrumentos Mortais:
- Cidade dos Ossos
- Cidade das Cinzas
- Cidade de Vidro
- Cidade dos Anjos Caídos
- Cidade das Almas Perdidas
- Cidade do Fogo Celestial
Recebi esse mês #44: Julho
Oi, pessoal!
Como vão vocês nesse início de agosto? Eu vou muito bem! Tive um ótimo julho com viagens maravilhosas e muitas leituras!
No mês que acabou recebi muitas comprinhas e ganhei um presente. Vocês vão notar pelas fotos que a farra de julho foi com filmes. rs
Primeiro, eu aproveitei um super desconto do Extra para comprar Cidade do Fogo Celestial, o último volume da série Os Instrumentos Mortais, da Cassandra Clare. Era o livro que faltava para completar a coleção, agora só me resta ler tudo. Kkk
Recebi o último item da minha compra passada na Amazon: o livro Na Porta ao Lado, da Luiza Trigo, que comprei na pré-venda. Estou esperando ela vir a Teresina de novo, para poder autografá-lo.
O festival de filmes foi culpa da Kellen, que divulgou na fanpage do Viagem Literária uma promoção do box em blu-ray da Saga Crepúsculo. Eu já tinha dois DVDs da série, mas o box completo com disco extra estava mais barato que o preço de um único DVD. Aí fui enchendo o carrinho - aproveitando outros preções que a Saraiva estava fazendo - e terminei com 5 itens e 10 filmes ao todo: Thor - O Mundo Sombrio, O Incrível Hulk (o único dos Hulks que tem relação com os atuais Avengers, apesar de ter sido interpretado por outro ator), Crepúsculo Forever, O Hobbit - A Desolação de Smaug e a Trilogia Senhor do Anéis.
Ganhei de presente mais um livro de colorir. Tudo bem que não pego em um lápis de cor há meses, mas uma hora eu volto a colorir. Enfim, isso não vem ao caso. rsrs
Meu irmão viajou e trouxe esse livro com imagens inspiradas no Japão para mim. Claro que adorei, já que acho a cultura japonesa super interessante.
E, por último, aproveitei um cuponzinho de desconto que recebi da Editora Valentina para comprar na lojinha deles e receber muitos marcadores. Comprei Almanegra, da Jodi Meadows, e fiquei extasiada quando abri o livro e vi que tinha um marcador autografado por ela. (Dei uma pirada básica, na verdade. Com direito a gritinhos e tudo. XD)
O único problema de comprar o box de Crepúsculo é que agora tenho dois filmes sobrando em casa (além do primeiro O Hobbit, que está sobrando desde que ganhei a edição especial no meu aniversário). Não sei o que fazer com eles, já pensei em sorteá-los aqui, mas não estão mais no plástico. São novos, nem lembro se cheguei a assistir algum, mas não estão mais embalados. O que vocês acham?
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Recebi esse mês #39: Fevereiro
Oi pessoal?
Como foram de carnaval? Eu passei o meu no meio do mato, lendo e assistindo série. E a Páscoa? Já estão prontos para comer muito chocolate ou preferem ganhar livros? ;)
Bem, deixa eu parar de papinho que vocês querem é ver o que eu recebi, que eu sei. rs
Comecemos com a última caixa da Novo Conceito. É isso mesmo, como eu previ no Recebi passado, a parceria não foi renovada. (Resta saber se a NC se organizou o suficiente para excluir meu endereço da lista de parceiros, porque eles são bem desorganizadinhos. KKK)
Chegaram oito livros. Desses, apenas três realmente chamaram minha atenção, então os demais vão para a lista de prêmios do blog.
Os 3 que vão para a minha estante são:
- Quando um homem ama uma mulher, Bella Andre;
- Três dias para sempre, Janda Montenegro;
- Boa noite, estranho - Detetive por acidente, Jennifer Weiner.
Os outros são:
- Tudo que um geek deve saber, Ethan Gilsdorf;
- O reino secreto de Todd, Louise Galveston;
- Eu fico loko - As desventuras de um adolescente nada convencional, Christian Figueiredo de Caldas;
- Diário de um adolescente apaixonado, Rafael Moreira;
- As cores do entardecer, Julie Kibler.
A NC ainda mandou esse encarte de A mais pura maldade, do Dan Gemenhart, que tem alguns capítulos do livro e uma possibilidade de conseguir o volume completo - vai ser enviado para quem ganhar o Top Comentarista, junto do livro escolhido pela pessoa.
Passando para minhas comprinhas, recebi três livros:
- Hot Rocks e Time of Death, Nora Roberts - são outros extras da Série Mortal;
- Para Sir Philip, com Amor, Julia Quinn.
E ainda recebi duas trocas:
- Just Listen, Sarah Dessen - vou finalmente ler um livro dessa autora que todos falam tão bem;
- Cidade dos Anjos Caídos, Cassandra Clare - edição com holografia na capa. *-* (Falta-me só o último livro da série agora.)
Como vocês podem ver, o que o mês passado não teve de livro, esse mês compensou com tudo. Kkk
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#278: O Desafio de Ferro - Magisterium I - Cassandra Clare & Holly Black
Editora: #Irado (Novo Conceito)
Páginas: 384
Ano: 2014
Sinopse (Skoob):
A maioria dos garotos faria qualquer coisa para passar no Desafio de Ferro. Callum Hunt não é um deles. Ele quer falhar.
Se for aprovado no Desafio de Ferro e admitido no Magisterium, ele tem certeza de que isso só irá lhe trazer coisas ruins. Assim, ele se esforça ao máximo para fazer o seu pior... mas falha em seu plano de falhar. Agora, o Magisterium espera por ele, um lugar ao mesmo tempo incrível e sinistro, com laços sombrios que unem o passado de Call e um caminho tortuoso até o seu futuro.
Magisterium - O Desafio de Ferro nasceu da extraordinária imaginação das autoras best-seller Holly Black e Cassandra Clare. Um mergulho alucinante em um universo mágico e inexplorado.
Estou em uma vibe bem Fantasia e Aventura desde que entrei de férias e resolvi encarar a bibliografia da Holly Black, alguém que costuma não ter medo de colocar seus personagens em situações de conflito moral que fazem maravilhas para o desenvolvimento do enredo. Escolhi este livro porque a Cassandra Clare, que é uma das melhores amigas da Black, é bastante competente em construção de mundos (worldbuilding, para a galerinha imersa nos termos em Inglês) e é muito boa na criação de diálogos. Uma história escrita com a cooperação dessas duas autoras definitivamente interessa a fãs do gênero Fantasia, como eu, que já estava planejando ler O Desafio de Ferro desde que as duas começaram a fazer divulgação da obra pelas redes sociais.
Por isso, caí em cima desse livro sem dó nem piedade na semana passada, e posso afirmar que a história é tudo o que você poderia esperar de uma fusão dos estilos de ambas as autoras, com uma ressalva: esse primeiro livro, que suponho ser de uma série de cinco, possui protagonistas com média de idade de doze anos e, como tal, é direcionado para essa faixa etária. Ou seja, esqueçam - pelo menos por enquanto - dos costumeiros plots Young Adult dos livros da Clare, especialmente no que diz respeito a romance. Essa história está muito mais próxima das Crônicas de Spiderwick da Black, pelo menos em primeira instâncias.
Ou talvez eu devesse dizer que se aproxima mais da série Harry Potter.
Melhor fundamentar a história básica do livro antes de começar comparações, não é? É. Então, vamos lá: antes de mais nada, esse livro se vale de uma fórmula que existia muito antes de Harry Potter tornar a J. K. Rowling mais rica do que a rainha da Inglaterra. Estou falando da ideia básica de uma Escola de Magia/Sobrenatural como principal pano de fundo do enredo. Harry Potter tem Hogwarts, Percy Jackson tem o Acampamento Meio-Sangue, a Unseen University de Discworld... Existem várias, várias escolas de magia ficcionais acabei de descobrir que tem umas não ficcionais, também, obrigada, Wikipedia, e O Desafio de Ferro criou mais uma delas para figurar no nosso imaginário coletivo: o Magisterium, cujo nome também batiza a série de livros.
Mas essa história não é sobre o Magisterium. É sobre um menino chamado Callum Hunt - que eu jurava de pé junto que seria o moleque que estava no centro da capa, mas, surprise, surprise, não é. É o molequinho de cabelo preto à esquerda do loirinho. Se o protagonismo estivesse bem dividido entre os três desenhados nela, eu nem estranharia, mas a narração em terceira pessoa do livro acompanha Callum em todos os capítulos, com exceção do prólogo. Então, não entendi qual foi a do artista que desenhou esse negócio, mas isso não vem ao caso.
Ahem, voltando ao Callum - chame de Call, por favor - ele foi o único sobrevivente de um massacre que ocorreu entre os não-combatentes durante uma guerra (desconhecida pelas pessoas comuns do nosso mundo) entre os Magos e o Inimigo da Morte. Enquanto os exércitos de ambos os lados se enfrentavam em uma batalha sangrenta, o Inimigo aproveitou para atacar o local onde se escondiam os idosos, os feridos e as crianças jovens demais para batalhar. Apesar de serem mais vulneráveis, esses não-combatentes resistiram com afinco. Entretanto, quando o pai de Callum, o jovem Alastair Hunt, chegou ao esconderijo, encontrou todos mortos. Com exceção do bebê Callum, com uma perna muito machucada e alvo de um aviso tenebroso deixado por sua própria mãe.
O prólogo, sob o ponto de vista do pai do Callum, é recheado de magia e tensão, mas o primeiro capítulo já muda o tom da história: o protagonista, já com doze anos de idade, foi educado unicamente pelo pai, isolado de tudo o que fosse ligado a magia e ao magistério. Call foi constantemente ensinado a desconfiar dos magos e a nunca utilizar a própria magia. Entretanto, o garoto manifestou capacidade mágica e, por isso, será obrigado a passar pelo teste de avaliação da escola de magia, porque se for considerado poderoso o bastante, tornar-se-á um aluno compulsório do Magisterium.
E é por isso que os Hunt estão há anos planejando fazer com que Call falhe, propositalmente, o Desafio de Ferro.
Esse é só o comecinho do livro e, pelo que entendi, a ponta do iceberg da história. O livro é curto; li em poucas horas, sem cansar. Por um lado, essa narração acelerada e o andar veloz do enredo evitam que a história fique maçante; por outro, a caracterização e descrição dos personagens e locais acaba sofrendo um pouco. A exposição do colégio, da dinâmica da magia e do próprio conflito foi muito direta e sucinta. Ficou aquele gosta de quero mais!
Entretanto, não posso contar isso como ponto negativo porque: 1) O público alvo é infanto-juvenil. A história não subestima a inteligência de ninguém, mas certamente é direcionada a leitores que querem mais ação e menos enrolação; 2) É uma série, e as autoras certamente guardaram mais informações para enriquecer os futuros livros; e 3) Nem todo mundo pode ser o Tolkien e conseguir um livro rentável, né?
Dito isso, preciso abordar aquilo que a maioria das críticas ao livro certamente atacaram, que são os pontos de similaridade entre o mundo de Magisterium e o mundo de Harry Potter. Clare foi uma Big Name Fan dos livros da Rowling e sua primeira série de sucesso, Os Intrumentos Mortais, tirou muito - sério, muito mesmo - das fanfictions potterianas da Cassandra. Sabendo disso e vendo a premissa de Magisterium, é muito fácil apontar o que é parecido entre os dois livros. Callum também é um menino de cabelo preto bagunçado, também perdeu familiares por causa de um Inimigo Mágico, também foi matriculado em uma escola de magia, também tem um mestre mentor que esconde coisas, também tem um menino e uma menina como melhores amigos... É possível listar uma miríade de desenvolvimentos semelhantes.
No entanto, esses paralelos não anulam completamente a originalidade da história. Apesar da exposição simples, Magisterium tem um sistema de magia completamente diferente do que é visto em Harry Potter, com uma manifestação bem mais sinistra do que a estranheza e a bizarrice charmosa dos bruxos da Rowling. Os magos de Magisterium seguem bem mais a linha acadêmica de alquimistas, e se apresentam mais como uma sociedade secreta do que um mundo oculto.
Além disso, sabe a tendência da Black de brincar com a moral dos personagens? Está presente neste livro, com certeza. Mais do que um novo universo mágico, mais do que as aventuras, foi esse conflito moral que fez esse livro realmente valer a pena.
Enfim: Magisterium foi, para mim, uma fusão de Harry Potter com The Demon's Lexicon da Sarah Rees Brennan. Quem leu esse último vai entender o que eu estou falando.
Recebi esse mês #37: Dezembro
Olá Coles!
Como estão nesse início de 2015? Espero que bem e desejo que o ano de vocês seja maravilhoso!
Eu sei que o blog está meio parado e provavelmente vai continuar com poucos posts por algum tempo. Não é que não tenha sobre o que falar, tenho várias resenhas por fazer, algumas séries sobre as quais quero falar sobre e um especial sobre a Nora Roberts que prometi para uma amiga. Porém, estou sem vontade de escrever e, por isso, prefiro não escrever a produzir textos mal feitos.
Então, tenham paciência que eu vou tentar postar pelo menos uma vez por semana, está bem? =)
Demorei com o Recebi de dezembro porque os Correios não queriam me entregar o presente que a San mandou. Demorou tanto a chegar que eu já estava com medo de ter se perdido no limbo que nem uns livros que comprei num site americano e nunca vi uma linha. ¬¬
Enfim, chegou! Então vocês vão ver agora o que ganhei pelo meu aniversário, o que chegou da Novo Conceito e um presente bem legal que recebi no amigo oculto feito com os amigos.
De aniversário:
A Luciana Mara deu a 1ª temporada de Hawaii 5-0 e um marcador de imã de Paris.
A Kellen deu a 2ª temporada de Hawaii 5-0.
(Ai ai... McDanno, o melhor bromance das telinhas, na minha casa, original e em alta qualidade! Tem cenas deletadas e erros de gravação nos extras dos boxes = vou morrer de rir! Kkkkkk)
A Nanda deu Cidade das Almas Perdidas, me ajudando a completar a série Os Instrumentos Mortais (que eu só li os dois primeiros até agora, mas isso são detalhes kkk).
A Gisele deu A Garota Que Você Deixou Para Trás.
E a Sandra deu Como Eu Era Antes de Você, O Hobbit - Uma Jornada Inesperada edição estendida lindo (agora quero os volumes 2 e 3 da mesma edição!) e marcadores do blog dela.
(Gi e San completaram minha coleção da Jojo Moyes que eu, basicamente, queria fazer por causa das capas lindas! =P)
De livro eu ainda ganhei, de uma prima, uma obra piauiense baseada em fatos reais - essa capa me dá medo...:
E de filme, Mami me deu - não pelo aniversário, mas porque quis ;) - Como Treinar o Seu Dragão 2! (Ainn, muito amor!!!)
Ganhei o livro de quadrinhos Um Sábado Qualquer - Fique com os deuses! autografado, do Pedro, que foi na Comic Con Experience.
A tirinha da pokébola é uma das minhas preferidas!
Ele também trouxe marcadores! (Os meus preferidos são de Sailor Moon e Guerreiras Mágicas de Rayearth! =3)
Ganhei outro marcador - além de outras coisinhas - da Mys. =>.<=
O Vinicius - personal banner designer do blog rsrs - me deu um outro mascote para fazer companhia ao Banguela: bem vindo, Simba!
Então no amigo oculto dos amigos, o Pedro me tirou e me deu: um caderno com a capa de um original do Thor. =D
Daí acabaram os presentes. Mas não acabaram os livros! Kkk
Chegou uma troca que fiz no Skoob: livro A Destinada - já tem resenha no blog, mas eu não tinha o livro, pois li em book tour.
E a caixa com os lançamentos de dezembro da Novo Conceito:
- Uma chance para recomeçar, Lisa Kleypas (já li, a ideia era ter resenhado antes do Natal, mas... daqui para o de 2015 sai a resenha. kkkkkk)
- Minta que me ama, Maria Duffy
- O Grande Ivan, Katherine Applegate
E é isso!
Não foram tantos livros, porém isso é bom, pois eu tenho livros demais e cheguei a um ponto em que fico meio triste de ver tanta obra me esperando na estante, porque eu quero ler tudo, mas não dá para ler todos ao mesmo tempo, então eles ficam se acumulando e eu nem estou com vontade de comprar livros, no momento, acreditem se quiserem. =)
Pronto. Fiquem com o que chegou em dezembro e calma que ainda essa semana ou na próxima tem resenha para vocês.
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Recebi esse mês #34: Outubro
Oi pessoal!
Como foi o Outubro de vocês? O meu foi de boas leituras e muitos livros novos na estante. A Novo Conceito mandou oito livros e perdi o controle - que eu tive em Setembro - e comprei outros cinco. (Prometo não comprar nenhum em novembro, fora os lançamentos da Nora Roberts, até porque meu aniversário está batendo na porta, já. kkk)
Agora vou deixar de enrolação e mostrar tudo.
Primeiro o monte da Novo Conceito:
- Twittando o amor, Teresa Medeiros;
- Para onde ela foi, sequência de Se eu ficar, Gayle Forman;
- O homem perfeito, Vanessa Bosso;
- Simplesmente acontece, Cecelia Ahern (eu dei uma folheada e parece que é todo em e-mails);
- Sonhos despedaçados, Ellie James;
- O lago místico, Kristin Hannah (alguém sabe me informar se esse é sequência de algum outro da autora?);
- Magisterium, Holly Black e Cassandra Clare.
Veio também o livro do Nick Vujicic, Superação, que foi para a lista de prêmios do Top Comentarista, pois não é o meu gênero de leitura.
Esses aí em cima foram os brindes que vieram. O pôster embrulhava Magisterium, o pacote de lencinhos acompanha Para onde ela foi e a camisinha - então... - acompanha Simplesmente acontece.
Na foto abaixo, são os livros que comprei na Amazon.br, o preço estava bom e lá fui eu gastar.
- Semideuses e Monstros, Rick Riordan;
- O Sangue do Olimpo, Rick Riordan (vou perder o evento daqui de Teresina, pois é dia 15/11 e coincide com o aniversário de 90 anos de um dos meus avós, daí estarei no interior celebrando com a família. ^.^);
- Ligeiramente Casados, Mary Balogh (primeiro livro da nova série de romances de época da Arqueiro, que eu li assim que chegou e adorei, logo tem resenha aqui);
- Tabuleiro dos Deuses, Richelle Mead.
E Enfeitiçadas, Jessica Spotswood, eu comprei na livraria daqui, num dia que estava dando um tempo lá, depois de resolver umas coisas no shopping. Eu sempre levo um livro para ler lá nessas ocasiões, mas não resisti a ler o primeiro capítulo desse que eu venho paquerando há tempos, aí não deu outra e eu comprei. Não tenho conserto! Kkk
Eis a pilha de livros de Outubro:
Mas não é só isso! A doida dos bottoms - vulgo, eu mesma - atacou novamente e comprei mais seis para a coleção. Não dava para resistir a essas fofuras, não é verdade? ;)
A lindeza no vídeo é a Sofia, minha prima de 2 anos, "lendo" o livro da Cinderela que eu dei para ela no Dia das Crianças.
Em Outubro:
Li 10 (5 romances de banca);
Reli 1;
Comprei 5;
Recebi 11 livros.
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#123: Cidade das Cinzas - Os Instrumentos Mortais - Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Páginas: 404
Ano: 2011
Sinopse (via Skoob): Clary Fray só queria que sua vida voltasse ao normal. Mas o que é “normal” quando você é uma Caçadora de Sombras assassina de demônios, sua mãe está em um coma magicamente induzido e você de repente descobre que criaturas como lobisomens, vampiros e fadas realmente existem? Se Clary deixasse o mundo dos Caçadores de Sombras para trás, isso significaria mais tempo com o melhor amigo, Simon, que está se tornando mais do que só isso. Mas o mundo dos Caçadores não está disposto a abrir mão de Clary — especialmente o belo e irritante Jace, que por acaso ela descobriu ser seu irmão. E a única chance de salvar a mãe dos dois parece ser encontrar o perverso ex-Caçador de Sombras Valentim, que com certeza é louco, mau... e também o pai de Clary e Jace. Para complicar ainda mais, alguém na cidade de Nova York está matando jovens do Submundo. Será que Valentim está por trás dessas mortes? E se sim, qual é o seu objetivo? Quando o segundo dos Instrumentos Mortais, a Espada da Alma, é roubada, a aterrorizante Inquisidora chega ao Instituto para investigar — e suas suspeitas caem diretamente sobre Jace. Como Clary pode impedir os planos malignos de Valentim se Jace está disposto a trair tudo aquilo em que acredita para ajudar o pai? Nessa sequência de tirar o fôlego da série Os Instrumentos Mortais, Cassandra Clare atrai os leitores de volta para o lado mais obscuro do submundo de Nova York, onde amar nunca é seguro e o poder se torna a mais mortal das tentações.
Atenção! Esta resenha trata de um livro que é continuação de outro; ou seja, pode conter informações cruciais sobre os volumes anteriores! Se não quiser ler spoilers, não siga adiante!
LINKS RELACIONADOS ⇓
⇒ #70 - Cidade dos Ossos - Os Instrumentos Mortais - Cassandra Clare
⇒ Do Livro para a Telona: (Cast e) Fancast #2
O livro anterior deixa o leitor naquele momento de suspense facilmente associado à música de tensão da novela "A Usurpadora". Vocês sabem do que eu estou falando:
Jace e Clary estavam ensaiando um romance - ainda muito pueril e inocente para ser considerado alguma coisa mais séria - quando foram prontamente derrubados da Nuvem Número Nove por ninguém menos do que o PAI DELES. É isso aí, deles, plural, porque Valentine revelou que Jace é, na verdade, Jonathan Christopher MORGENSTERN. Sabe, filho mais velho do casamento entre Jocelyn e Valentine. A nova informação faz o mundo de Clary e Jace cair rapidinho, e trás toda uma nova perspectiva sobre a vida dela como mundana, a vida dele como filho adotado pelos Lightwood, e o laço que os une.
Então, geralmente, quando alguém fala que você tascou um beijo nada platônico em uma pessoa que acontece de ser SEU IRMÃO/IRMÃ, as reações mais comuns são horror, angústia, culpa ou até nojo, certo? Sentimentos que matam rapidinho qualquer tipo de "paixão" entre os indivíduos. A menos que você seja um Targaryen ou, sabe, o Rei Arthur.
Isso não aconteceu com Jace e Clary. De forma verdadeiramente shakespeareana (ou freudiana, pensando bem), os dois levaram ao pé da letra aquela máxima de "o que não mata, fortalece": ao invés de extinguir a chama entre eles, a notícia de que eram irmãos parece elevar exponencialmente a atração e o sentimento do casal. No primero livro, a evolução do relacionamento deles é agradavelmente lenta, um passo de cada vez, porque os dois reconhecem logo que estão interessados um no outro, mas também estão plenamente cientes de que existem assuntos mais importantes para tratar. Além disso, logo percebem que levar adiante o que parecem sentir seria como jogar bombas no relacionamento de parabatai entre Jace e Alec, e na amizade entre Clary e Simon. Fica a impressão de que eles provavelmente jogariam para escanteio a ideia de ficar de agarrando por aí enquanto o problema dos Instrumentos Mortais continuasse.
No entanto, depois de saber que eles NUNCA poderiam concretizar tal ideia, os dois ficaram meio que obcecados por ela. E o que era uma paixonite recém-nascida foi alimentada por uma coisa que quase nenhum ser humano consegue controlar: desejo.
Decidida a não ser uma "pecadora" incestuosa, Clary dá uma chance a Simon e inicia um namoro com ele. Os dois obviamente se amam, mas não estão na mesma frequência em nenhum momento: Simon, que já vinha carregando uma tocha olímpica pela melhor amiga, investe na relação com tudo o que tem; Clary, que nunca, nunca mesmo, havia imaginado Simon como seu namorado, tenta corresponder com o desespero de alguém que não tem outra opção. Resultado: o relacionamento amoroso deles fica fadado ao fracasso, e resta ao leitor observar, fascinado, a tragédia desenrolar. E nem estou exagerando, viu. Não é excesso de drama. O negócio termina em TRAGÉDIA, mesmo, uma que muda para sempre a vida de Simon.
Por outro lado, Jace lida com a situação da única maneira que conhece: caçando. O cara é cheio de problemas devido à criação muito THIS IS SPARTA WITH LASERS que lhe foi dada por Valentine na infância e, dentre todos os seus traumas psicológicos, a ideia de que a única coisa que dá valor à existência dele é sua habilidade para DESTRUIR coisas se torna, logo na primeira página do livro, o maior dos perigos para a integridade do garoto. Ele sai matando tudo o que está na lista dos Caçadores para ver se tira a irmã da cabeça, e isso deixa o leitor com o coração na mão até a página 404, falando sério.
Resumindo, Clary e Jace passam o livro TODO tentando resistir a essa vontade que está comendo a ambos por dentro, e fica muito claro que nenhum dos dois está tendo sucesso nessa empreitada. A tensão emocional entre eles domina o livro inteiro, é a parte mais memorável do enredo e consegue eclipsar todo o resto. Sério, acontecem muitas coisas (inclusive a já mencionada tragédia do Simon) importantes, envolvendo as corte das fadas de Nova York, a Inquisidora dos Caçadores de Sombra, os Irmãos do Silêncio e portais para invocar demônios e afins, e ainda assim, é a co-dependência crescente e voraz entre os protagonistas que faz os leitores engolirem a história toda em uma sentada.
No final de tudo, fiquei com a impressão de que estava atravessando uma ponte no meio da tempestade e, quando cheguei do outro lado, vi que ainda estava do lado errado. Se é que dá para entender a comparação. É ANGÚSTIA. Mas daquelas TÃO BOAS.
Toda a expectativa e a culminação da guerra entre os Caçadores, os seres do Submundo e a facção de Valentim sobram para o terceiro livro da série, Cidade de Vidro. A principal dúvida dos leitores no primeiro livro persiste como dúvida, e deixa um sentimento muitíssimo conflitante: torcer para um romance entre Jace e Clary independente de parentesco, ou torcer para que a desconfiança nascida de experiência com novelas mexicanas se concretize?
(Essa que voz fala tem três irmãos e NUNCA, JAMAIS pensou no assunto aplicado a eles, obviamente, mas admite, com certa vergonha, que não vê problema em ler casais incestuosos. Quero dizer, Arthur e Morgana das Brumas de Avalon e os Targaryen de ASoIaF estão bem alto na minha lista de casais/trios favoritos. Sendo sincera. O que significa que eu não estava torcendo especificamente para Jace e Clary não serem irmãos; seria bom, é claro, se fosse verdade, mas o que eu queria mesmo era que eles, APESAR DE, se rendessem logo ao que sentem antes de esmagar o universo com a UST.)
Enfim, recomendo a todos os que gostaram do primeiro livro. Se não gostou de Cidade dos Ossos, esse aqui não é procê.
Nota: 4,7/5 ➊➋➌➍➄
Passagem favorita: "Caçadores de Sombras: mais bonitos de preto do que as viúvas de nossos inimigos desde 1234." - Jace Wayland Oops, essa passagem era do livro anterior!
♕
P.S.: Gostaria de fazer uma ressalva aleatória: acho que a nomenclatura dos
livros acabou ficando muito nada a ver com a história, nesse livro em
particular. No primeiro, até que dá para entender, considerando que a
Cidade do Silêncio é feita da cinza dos ossos dos antigos Caçadores e
tal, mas nesse aqui ficou uma coisa muito "ah, vou colocar o nome assim
para seguir a linha e que se dane o mundo". Outro dia, vi um post, acho
que foi do Burn Book (Camila Araújo,
ajuda aqui [EDIT: Era do viagem literária! Obrigada, Mila! Cliquem AQUI para ler.]), com as capas da série ao redor do mundo, e as versões
francesas mudaram os títulos dos livros para os nomes dos Instrumentos
Mortais que figuram em cada volume. Apesar de achar que mudar esse tipo
de coisa é um crime contra a criatividade dos autores, confesso que a
ideia dos franceses faz muito mais sentido do que a da Clare.
















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