Editora: Intrínseca
Páginas: 191
Ano: 2010
Sinopse (Skoob):
Pela primeira vez Stephenie Meyer oferece aos fãs uma nova
perspectiva do universo de "Crepúsculo". Na voz de Bree Tanner, uma
jovem vampira integrante do violento exército de recém-criados que assola a
cidade de Seattle no terceiro volume da série, "Eclipse", somos
apresentados ao lado sombrio da saga. Bree vive nas trevas, sedenta por sangue.
Não conhece sua verdadeira natureza e não pode confiar nos de sua espécie. Sua
breve história acompanha a semana que antecede o confronto definitivo entre os recém-criados
e os Cullen - a última semana de sua existência.
Bree Tanner é
vampira há três meses, suas lembranças de antes são quase nulas e muito embaçadas,
ela mora com um bando de recém criados sedentos por sangue e mal controlados
por Riley. E não confia em nenhum deles.
Então, em uma das
várias noites de caçada, Diego – alguns meses mais velho que ela – a ajuda a
escapar da confusão causada por dois sanguessugas entusiasmados e juntos, eles
descobrem algumas coisas que Riley não contara para o grupo e decidem investigar
o que está por trás daquelas mentiras.
Quem leu e os
livros (ou assistiu aos filmes) da saga Crepúsculo, mais especificamente
Eclipse, sabe como acaba a história de Bree, então o final de A breve segunda vida não é uma
surpresa. O interessante desse livro – que dá para ler numa sentada de tão
curto – é ver um outro ângulo de um fato importante na história de Bella e
Edward.
Faz bastante
tempo que li a saga Crepúsculo e tinha esquecido como a escrita da Stephenie é
ágil, daquelas que a gente lê sem sentir. E foi bom pegar um livro curto e leve
para me distrair.
A breve segunda
vida de Bree Tanner é assim: uma leitura rápida e sem mistérios, com uma pitada
de romance e bastante ação em meio a muitos vampiros.
Caso engraçado
se não fosse trágico:
Estava eu feliz
lendo meu livrinho, quando cheguei à página 128, com a história se encaminhando
para o clímax, e ao olhar para a página seguinte na expectativa do próximo
parágrafo, me deparei com uma frase iniciada em letra minúscula e que eu já
tinha lido, olhei para o número da página e lá estava a prova do crime: página
97.
Disse para mim mesma: “deve ser um errinho perdoável.
Continuará na próxima página.” E continuava... A página 98. Depois a 99. E a 100.
E assim as páginas se repetiram até a 128.
Então, a esperança voltou e eu pensei que a história
continuaria dali. Ledo engano. A página seguinte era a 161. Daí vocês imaginam
a minha frustração, não é?
Fiquei louca de raiva!
Daí, recorri à internet e consegui ler as páginas faltosas e
terminar minha leitura de A breve segunda vida de Bree Tanner e resenhar o
livro para vocês.
Nota: 4/5.